Aulas/Workshops

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Aulas/Workshops
O bambolê, elemento tradicional do circo, é uma maneira divertida de exercitar o corpo, a mente e o espírito.
Agora maiores e mais pesados – diferente daqueles antigos bambolês para crianças – são muito mais fáceis de manipular com o corpo e ainda dançar ao mesmo tempo.
O bambolê passa a ser uma ótima alternativa para quem quer trabalhar a coordenação motora, o corpo, relaxar e se divertir. E ainda pode incrementar demais práticas circenses, sendo incorporado às acrobacias, contorcionismo e malabares.

Durante a aula trabalha-se:
– Técnica
– expressão
– conhecimentos corporais
– dança
– alongamento / aquecimento

TÉCNICA

A técnica envolve tudo, tudinho:
– Rodar o bambolê na vertical e horizontal nas mãos, pescoço, peito, cintura, quadril, pernas, joelhos, braços
– Subir e descer o bambolê pelo corpo
– Contra-tempos
– Lançamentos com mãos, tronco, pés.
– Piruetas
– Equilíbrios
– Travas, ponto-fixo, contato, rolamentos no chão e outras técnicas de manipulação
– Rodar 2, 3, 4 ou mais bambolês simultâneamente

Para cada truque existem variáveis que são ensinadas conforme o grau de dificuldade/facilidade de cada aluno. Assim, mesmo em um grupo onde uns sabem mais, e outros não sabem menos, todo mundo com certeza aprende, e se mantém em uma mesma dinâmica (todos trabalhando a cintura, por exemplo).
Cada movimento pode ser explicado de 2 ou 3 maneiras diferentes, conforme as dificuldades observadas em cada aluno. Às vezes um jeito é mais fácil pra um, outro, para outro.

DANÇA, PERCEPÇÃO, CONHECIMENTO CORPORAL

Aqui se traz, através de dinâmicas (com ou sem bambolê; sozinha ou em grupo), sensações, experimentações, sentimentos e movimentações que são próprias de cada aluno. Depois, cada uma dessas sensações o aluno experimenta no corpo COM o bambolê, rodando-o livremente. A princípio parece simples, mas se descobrir é um processo mais lento do que aprender os truques, e incorporar essas descobertas na dança também.
Saber se expressar com o bambolê é o que vai tornar a dança, de fato uma dança, e que vai realmente alterar o estado do corpo, permitindo que o bambolê seja uma válvula de escape de emoções, sentimentos e do cotidiano de cada aluna. Aqui aprendemos a respirar, fazendo bambolê, a soltar, fazendo bambolê, e a se soltar, fazendo bambolê. Aos poucos a personalidade de cada pessoa vai aparecendo e tomando conta desse bambolê. Assim, a prática se torna muito mais interessante para quem faz – e para quem assiste.
Entendemos como as experiências, individualidades e vivências de cada corpo são uma forte fonte de movimentação e dança. Com o tempo, o preparo físico que as alunas adquirem permite também incorporar à aula algumas técnicas específicas de dança: um braço, uma cabeça, um giro…Elementos que podem ser utilizados para mudar completamente a dinâmica de um truque.

COORDENAÇÃO / ATENÇÃO / FOCO

Existem elementos que o tempo inteiro estão presentes, ainda que aparentemente não.
A coordenação, por exemplo, está obviamente sendo exercitada quando se aprende as técnicas do bambolê. Mas ela TAMBÉM é exercitada, e às vezes de maneira muito mais intensa, quando você precisa respirar, dançar, falar, prestar atenção nos outros, tudo isso fazendo o bambolê. O trabalho que a princípio parece apenas físico, torna-se mental também.
Da mesma forma, em alguns momentos, as dinâmicas propostas exigem que as alunas mantenham bastante atenção umas nas outras e isso exige que se desenvolva outras formas de olhar: olhar periférico; escuta e interpretação do que se passa em lugares onde a vista não alcança; atenção e foco para não se perder do grupo etc.

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